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Maçonaria
I
- Introdução
A Maçonaria sempre fez grande alarde para
engrossar suas fileiras. A fim de alcançar
seu objetivo com mais facilidade, usa de palavras
grandiosas, esconde sua verdadeira fisionomia
e mostra ao público tão somente
um rosto mascarado. Toma aparências de sociedade
literária, científica, filantrópica
etc.
Os maçons que estão dentro das igrejas
não querem admitir que ele seja condenável
pela Bíblia e por isso julgam poder ser
maçom sem nenhum pecado. Para lhes mostrar
e demonstrar o seu erro há dois caminhos:
A Bíblia;
A Maçonaria em si mesma.
Durante muitos anos não tínhamos
praticamente nada escrito denunciando os erros
da Maçonaria, hoje graças a Deus
temos 5 livros sério escritos por pesquisadores
equilibrados e conceituados nos meios tradicionais
(reduto dos maçons na Igreja) que denunciam
abertamente as aberrações desta
organização.
II
- História da Maçonaria
· Maçom ou franco maçom:
pedreiro.
· Início em 24 de junho de 1717,
em Londres, Inglaterra.
· Fundadores: dois pastores - James Anderson
(anglicano) e Jean Theophile Desaguiliers (huguenote).
III
- Sociedade de beneficência ou sociedade
religiosa?
· Alegação de ser sociedade
secreta não religião: templos, ritos,
orações, castigos/recompensas.
· Ocultismo na maçonaria: cabala,
numerologia, astrologia, mitologia (Dt 4:19; 18:9-12).
· Religião ecumênica: aceita
pessoas de todas as crenças (Gn 4:3-7;
Am 3:3).
IV
- Ensinos religiosos
1.
O uso da Bíblia
· As três grandes luzes; a da Bíblia,
a do esquadro e a do compasso.
· A Bíblia como símbolo da
vontade de Deus e objeto de decoração
da loja.
· A Bíblia ao lado de livros pagãos:
Alcorão, Vedas, Tripitaka, Livro de Mórmon
(2 Tm 3:16; I Ts 2:13).
· O uso da Cabala na interpretação
da Bíblia.
· Cabala: interpretação oculta
que os rabinos davam à Bíblia (2
Co 11:3; Pv 30:5-6).
2.
O G.A.D.U. (Grande Arquiteto do Universo) - quem
é ele?
· G.A.D.U. designa qualquer deus (Tg 2:19)
· O exemplo eclético de Salomão
(I Re 11:5-7)
· O nome secreto no Rito Real Arco de Iorque
(Jahbulom)
· Jah: Jeová
· Bul: Baal Peor
· Om: o deus sol dos egípcios ou
Osíris
2.1. Refutação: Is 42:8; Sl 115:3,4,.
3.
Jesus Cristo
· Um fundador de religião igual
a Krishna, Maomé, Pitágoras, etc.
· Pregou a mensagem da verdade única:
todos somos filhos de Deus e Deus é o Pai
de todos
· Seu nome é eliminado nas orações
e leituras das Escrituras na loja (Ex.: I Pe 2:5;
II Ts 3:6; 3:12)
· É proibida toda discussão
sobre ele nas atividades da loja.
3.1. Refutação:
· Jesus é verdadeiro Deus e verdadeiro
homem (Jo 1:1;14; Is. 7:14; Mt 1:21-23)
· O próprio Jesus ensinou que devemos
orar em seu nome (Jo 14:13,14)
· A maçonaria se envergonha do nome
de Jesus. Este nos mandou pregar o Evangelho e
todas as pessoas e disse que se alguém
se envergonhar dele, ele também se envergonhará
de tal pessoa (Mt 28:19; Mc 16:15; Mt 10:32,33)
4.
A Ceia Mística
· Realizada na quinta-feira da semana santa
· Participantes: os "irmãos"
de 18º a 33º grau
· Forma da sua realização:
· Palavras proferidas : "Comei e dai
de comer aos que tem fome" e "bebei
e dai de beber aos que tem sede".
4.1. Refutação: Mt 26:26-28; I Co
11:23-26.
5.Salvação
pelas obras
· Objetivo da maçonaria: "Cavar
masmorras ao vício e levantar templos à
virtude".
· O profano e a cerimônia de iniciação.
· O uso do avental e seus significados
(pureza de vida e conduta, de coração
e consciência).
5.1. Refutação: Ef 2:8-9; Rm 3:23-24;
11:6; Gl 5:4; cf. Rm 10:1-3.
6.
O patrono
· São João Batista e o Evangelista,
João Marcos e João da Escócia.
V.
Conclusão:
Não é possível ser cristão
e maçom ao mesmo tempo. Existem pelo menos
três razões pelas quais o cristão
não deve tornar-se maçom, ou, em
sendo, renunciar à maçonaria:
1. Mordomia do tempo.
2. Mau exemplo (causar escândalo aos irmãos).
3. Os ensinos antibíblicos da maçonaria.
VI. Apêndice
1.
O juramento
"Eu, _______________________, juro e prometo,
de minha livre vontade, pela minha honra e pela
minha fé (...) nunca revelar qualquer dos
mistérios da Maçonaria... Se violar
este juramento, seja-me arrancada a língua,
o pescoço cortado... sendo declarado sacrilégio
para com Deus (...) " (ênfase acrescentada)
1.1. Objeções a esse juramento
· O juramento é proibido por Jesus
(Mt 5:30; confira Tg 5:12)
· Nosso corpo pertence a Deus e não
pode ser entregue a uma sociedade secreta de caráter
mundano (I Co 6:19-20)
· Esse juramento estabelece uma sociedade/fraternidade
indissolúvel de crentes com fiéis
(II Co 6:14-17)
· Até mesmo no Antigo Testamento
já se proibia a promessa de guardar segredos
que ainda se ignora (Lv 5:4)
2.
Blasfêmia:
Os maçons apropriam-se em seus rituais
de títulos e ofícios que pertencem
exclusivamente a Deus: Eu sou o que sou, Emanuel,
Jeová e Adonai.
Trata-se, evidentemente, de blasfêmia, que
a Palavra de Deus condena (Êx 20:7)
3.
Os Landmarks
São considerados como as antigas leis que
regem a Maçonaria universal, três
deles são fundamentais:
1. A paternidade universal de Deus.
2. A fraternidade universal dos homens.
3.
A crença na imortalidade da alma.
[por isto querem dizer que Deus, sendo Pai de
todos, salvará todos seus filhos, nenhum
sofrerá eterna-consciente-terrivelmente]
3.1. Refutação:
A Bíblia ensina que Deus criou todas as
criaturas (Gn 1:26;27), porém afirma que
o privilégio de ser seu filho é
reservado apenas que aceitam a Jesus Cristo como
Salvador (Jo 1:12; Gl 4:4-6; Rm 8:14-16)
4.
A Maçonaria e a Igreja
No princípio da obra evangélica
no Brasil, a maçonaria apoiou mediante
sua força política econômica,
a implantação de alguns grupos protestantes,
como os batistas e os presbiterianos no país.
Esse apoio ajudou os pioneiros protestantes a
conquistarem um espaço numa cultura predominantemente
romanista. Significa isto, entretanto, que o apoio
da maçonaria teria sido indispensável
ao sucesso das igrejas protestantes, ou poderia
Deus ter usado outros meios como seus instrumentos?
A Bíblia está repleta de exemplos
de como Deus utilizou pessoas incrédulas
para o cumprimento de seus propósitos em
relação ao seu povo. (Is 45:1-4;
Jr 25:9; 27:6-8).
Pr. Joaquim de Andrade, Vice-presidente
da AGIR (Agência de Informações
Religiosas), Pastor da Igreja Pedra Viva em Vila
Mariana, São Paulo e Diretor da Escola
Teológica Pedra Viva.
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